projetos | caravana almanaque 4

por José Amoras

Splash, squesh, hoó… e o café caiu, enchendo o notebook. Os dois protagonistas se levantaram, lamentando. Tratei de virar o teclado. Assim esperávamos que funcionaria novamente. Era mais um dia na residência de poesia. A conversa seguiu. Discutíamos sobre textos do almanaque para publicação em breve. Clareira aberta pelo Centro de Arte Hélio Oiticica. O Zoé lembrou de algumas coisas com o café. Já está quase andando. Pelo jeito vai ser orador também.
No começo do trabalho somos todos Zoé. Como acertar o passo? Como escrever-falar?
Livros espalhados dividem alguns escritores. A Duda escreve algo importante, teremos que colocar a questão em outros trilhos. Fora da roda, o poeta paranaense Guilherme Gontijo Flores, que veio lançar livro no rio, no Hélio, observa entre o espanto e o riso o manifesto que começa a ser lapidado.
Uma penca de versos caminha para os futuros passos de Zoé. Talvez, o manifesto nem caminhe no almanaque, caminhou tão pouco até aqui. Mas ainda nem tá pronto. Essa é a discussão. O tempo é curto. É uma Oficina. São escritores trabalhando. O Zoé dormiu. Bom, o notebook voltou a funcionar, junto com um friozinho na barriga à medida que o tempo de pilhagem vai, pouco a pouco, chegando ao fim.

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